Proteja a horta e o pomar contra geada
Algumas técnicas, entre elas a irrigação por microaspersão, evitam[br]que a
produção seja perdida por causa do frio
Manter a lavoura protegida no inverno requer
planejamento por parte do produtor, já que a eficiência dos serviços meteorológicos depende também
de medidas adotadas no campo. Além do café, que possui técnicas específicas de proteção contra
geadas, hortaliças e frutas também devem ser protegidas contra geadas, diz o pesquisador Paulo
Henrique Caramori, do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar).
Para hortaliças a céu aberto, a
proteção é feita com túneis baixos. São colocados arcos ou vergalhões de ferro sobre o canteiro e
esses arcos são cobertos por filme plástico transparente. ""A cobertura pode ser feita com EVA,
tratado, para diminuir a perda de calor e evitar o resfriamento noturno.""
A estrutura de
arcos deve ficar pronta de antemão. Na véspera da geada, o plástico é esticado e o túnel vedado com
terra. A altura mínima do solo ao ponto mais alto do arco é de 70 centímetros. A construção,
temporária, é indicada para folhosas, como alface, agrião e rúcula. Arcos são vendidos em lojas
agropecuárias.
IRRIGAÇÃO
Para hortaliças, outra técnica usa irrigação. Se houver
previsão de geada, aspersores de alta pressão e baixa vazão são acionados e mantidos ligados até o
dia seguinte, antes de o sol nascer. ""A água liberada tem temperatura mais elevada (15 graus) do
que a do ambiente externo. Como as gotas são finas, a água passa do estado líquido para o sólido, e
isso produz calor"", explica. ""Essa irrigação contínua forma um vapor, que impede a queda de
temperatura."" Esta alternativa requer planejamento especializado.
Para as frutas, a dica do
assitente técnico da Emater-RS Antônio Conte é adiar a poda de inverno para após o período de frio
intenso. ""Quanto mais cedo podar, mais cedo há brotação e, se houver geada, os danos são maiores.""
A microaspersão é usada nos cultivos protegidos de morango. A estufa é monitorada com termômetro e,
se há previsão de temperatura de zero grau, aciona-se a irrigação. A água liberada congela sobre o
plástico e forma um ""túnel de gelo"", que evita a perda de calor pelo solo. ""O túnel é mantido até
o dia amanhecer, a temperatura é elevada em até 3 graus e não há queima de folhas e
frutos.""
SERVIÇOS
O Alerta Geada, do Iapar, auxilia na proteção de cafezais em caso
de geadas. Pela internet (www.iapar.br) ou telefone (0--43) 3391-4500, o produtor tem acesso a
boletins diários. O aviso sobre geadas é feito com 48 horas de antecedência e confirmado 24 horas
depois.
Para produtores de outros Estados, há o Sistema de Monitoramento Agrometeorológico
(Agritempo), da Embrapa e do Cepagri, da Unicamp. Nos sites www.agritempo.gov.br e
www.cpa.unicamp.br há previsões para Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas e
Mato Grosso do Sul, regiões sujeitas a geadas.
Fonte: O Estado de S. Paulo
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Compostagem de Aviário
É possível dar um destino mais nobre às aves mortas na granja, transformando-as em um composto, um rico adubo orgânico, conforme tecnologia desenvolvida na Unioeste-PR.
Manejo
1- Vá enchendo o primeiro compartimento da casinha, conforme a ilustração 2- A cada camada, deve-se regar a pilha 3- A cada 15 dias, a pilha deve ser revolvida 4- Quando um compartimento estiver cheio, começe a colocar as camada no próximo compartimento 5- O material deve permanecer na casinha por 45 dias após a colocação da última camada de aves e depois ir para o pátio de compostagem 6- No pátio de compostagem, ainda precisa passar pelo processo de cura por pelo menos 1 mês 7- Ainda no pátio, o composto deverá ser revolvido a cada 15 dias, acrescentando água (sem nunca encharcar a pilha), pra que a temperatura aumente 8- Esse procedimento deve ser repetido até que o material esteja sem cheiro, de cor escura e restando apenas os ossos maiores, que demoram mais para decompor
Recomendações fundamentais
1- Para cada quilo de ave morta, usam-se 3Kg de cama e 0,5 litro de água 2- Coloque água na medida certa 3- Revolva o composto após tirá-lo da casinha 4- Evite pisar no composto dentro da casinha 5- Não coloque aves amontoadas, e sim lado a lado 6- Não use o composto em pastagens, por causa da presença de ossos das aves no composto 7- Faça pelo menos dois revolvimentos na massa de compostagem no pátio antes de utilizá-la 8- Ambas as instalações devem ter no mínimo 50 metros de distância dos aviários
mais informações: Unioeste, telefone (45) 5541-6480
Fonte: O Estado de S. Paulo
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Horta em pequenos espaços
Dependendo do espaço disponível, pode-se cultivar hortaliças em pneus, bacias, garrafas plásticas PET e canos de PVC, conforme ensina a Embrapa Hortaliças
Preparo da terra (para os três tipos de canteiro)
Materiais: terra; adubo orgâncio curtido (esterco bovino); calcário ou de frango; adubo químico NPK 4-14-8
Como fazer: misture esses materias, na seguinte proporção: para cada 50 litros de terra, use 100 gramas de calcário, 34 litros de esterco bovino e 200 gramas de NPK 4-14-8, que pode ser comprado em qualquer loja que venda produtos agropecuários
Instruções adicionais
1- Adubações complementares podem ser feitas a cada 30 dias com um copo de 200ml de adubo orgânico curtido, por vaso ou planta
2- Os canteiros devem ficar em local arejado e bem iluminado, tomando várias horas de sol por dia
3- As plantas devem ser regadas todos os dias, de manhã ou no fim da tarde. Quando jovens, devem ser irrigadas duas vezes ao dia, com pouca água. Quando adultas, a irrigação pode ser feita uma vez ao dia, deixando o canteiro úmido, mas evitando o excesso de água
4- Caso apareça algum mato, retire-o manualmente
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Sistema barato irriga área pequena
Tecnologia que utiliza tubulação enterrada e rega por aspersão é indicada para cultivos de 1 a 6 hectares
Com o período de seca se aproximando, produtores podem aproveitar para planejar um sistema de irrigação desenvolvido para áreas pequenas, de 1 a 6 hectares. A tecnologia, desenvolvida pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), funciona por aspersão, com a diferença de utilizar uma rede de tubulação enterrada. "O sistema com tubos enterrados, como é chamado, irriga por aspersão, mas sem a necessidade de trocar as tubulações de lugar, ao fim de cada rega. As mudanças no equipamento ficam restritas aos aspersores, que são instalados em saídas verticais, ligadas à rede subterrânea", explica o pesquisador Abílio Antunes, da Epamig.
Segundo ele, entre pequenos agricultores há um sentimento comum de que irrigação é investimento caro, viável apenas para grandes produtores e áreas mecanizadas. A tecnologia da Epamig, porém, é indicada para pequenas áreas justamente por não necessitar de grande investimento, principalmente com mão-de-obra.
Antunes diz que os gastos com mão-de-obra podem se reduzir até 95%, em comparação com o sistema de irrigação convencional, em que o equipamento tem que ser deslocado pela lavoura.
O modelo da Epamig também tem a vantagem de tornar mais racional o uso da água na propriedade, pois, com os aspersores portáteis, é possível aplicar 100% da água de irrigação dentro dos limites da área, de maneira uniforme e sem desperdício.
CULTURAS
Antunes diz que a tecnologia não está vinculada a nenhuma cultura, mas é indicada para hortaliças, forrageiras de inverno e feijão. Em Minas, o sistema tem sido adotado por produtores de leite, no cultivo de forrageiras. "O importante é que a cultura a ser irrigada tenha garantia de retorno suficiente para cobrir todos os custos de produção."
Outra recomendação é consultar um profissional antes de instalar o sistema. "Qualquer projeto de irrigação, mesmo sendo de baixo custo, deve ser executado por um profissional, tanto na parte de engenharia como na parte hidráulica." Conforme Antunes, um profissional pode projetar uma tubulação "otimizada", com tubos de diâmetro reduzido, o que reduz o custo por metro linear.
Os canos de alumínio e tubos de PVC representam de 60% a 70% dos custos totais do equipamento; a bomba é responsável por 30% do custo e os aspersores não chegam a 5% dos gastos totais.
A Epamig possui área-teste com a tecnologia na unidade de São João del Rei e acabou de instalar o sistema na Fazenda Experimental Sertãozinho, em Patos de Minas. Na Sertãozinho, a idéia é colocar o sistema para funcionar este ano, quando a seca começar. "Até setembro poderemos observar seu funcionamento", calcula Antunes.
Custo é de R$ 3 mil por hectare
Na unidade da Epamig de São João del Rei, o sistema foi instalado em 2005 e foi usado por dois períodos de seca.
Em 2005, irrigou área cultivada com aveia e, no outro ano, a lavoura escolhida foi a de feijão. O lucro da produção colhida na área irrigada, nos dois ciclos de seca, foi suficiente para pagar as despesas com insumos, como sementes, adubo, inseticidas, horas de máquina e mão-de-obra, e mais o custo de aquisição, montagem e operação. "Ao fim do segundo ciclo de rega, o sistema estava quitado."
O equipamento foi montado com motobomba monofásica (3 cavalos) e vazão de 9 metros cúbicos/hora. A área irrigada foi de 2,44 hectares e o custo/hectare, somando material, instalação e operação do sistema, foi de R$ 2.280,60. "Hoje, o custo não deve ultrapassar R$ 3 mil/hectare."
A tecnologia está sendo aperfeiçoada e o próximo passo é desenvolver um kit de instalação, padronizado, para facilitar a montagem do equipamento na propriedade rural.
informações: Epamig, tel. (0--31) 3489-5000
Fonte: O Estado de S. Paulo
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Como criar Pintado
Entre os peixes, essa é a espécie cuja criação apresenta a maior rentabilidade – o que compensa o alto custo do início da atividade
O nome não nega. As pintas escuras espalhadas pelo corpo são o distintivo desse peixe, que vive nas águas da bacia amazônica, do Prata e do São Francisco. O pintado (Pseudoplatystoma coruscans) tem uma das carnes mais apreciadas do mercado. Com textura firme, mas suave, branca e sem espinhos, ela tem grande aceitação pelo consumidor, e, também, boa rentabilidade no mercado.
Além de oferecer alimento de primeira, o pintado caracteriza-se por ser uma espécie calma, resistente a diferentes temperaturas da água e tolerante ao manejo. Assim, a engorda desse peixe é indicada para quem tem planos de iniciar uma criação fácil de cuidar - só é preciso tomar cuidado com os ferrões que ele apresenta nas nadadeiras.
Se o criador já possuir um sítio, chácara ou outra propriedade com uma área com espelho-d"água, melhor ainda para não pesar os custos com terraplenagem e materiais para a infra-estrutura do novo negócio. Há a necessidade de um local para armazenar ração, redes, puçás, balanças e outros equipamentos de uso na piscicultura.
Ainda que o manejo do peixe seja simples, sua primeira fase de vida deve ter o acompanhamento de um profissional, pois o cultivo das larvas depende de técnicas delicadas. O condicionamento alimentar é também um período recomendado apenas aos mais experientes. Como o pintado se alimenta de outros peixes na natureza, no cativeiro ele precisa se habituar à ração. Há venda de exemplares já acostumados com a comida industrializada, o que é ideal para criadores iniciantes.
Devido à sua rusticidade, o pintado pode se reproduzir em qualquer ambiente aquático, mas em água parada a fecundação tem de ser induzida por hormônios. O abdômen da fêmea e do macho precisa ser comprimido para a coleta dos ovos e do esperma. Peixe de piracema, em rios a espécie nada contra a correnteza para desovar na cabeceira.
A atividade também exige paciência do criador. Os alevinos (filhotes dos peixes) demoram de 12 a 14 meses para chegar ao peso ideal de abate, que é de 2,3 quilos, em média.
Informações báiscas:
CRIAÇÃO MÍNIMA: mil alevinos INVESTIMENTO INICIAL: 10 mil reais RETORNO: quatro anos REPRODUÇÃO: de 800 a mil alevinos PREÇO: 2,20 a 3,50 reais cada alevino
Como fazer:
INÍCIO - os materiais e equipamentos para construir tanques para pisciculturas podem sair caros. Pesquise os preços dos produtos antes de iniciar o projeto. Os alevinos também não são baratos: de 2,20 a 3,50 reais cada. Mas isso é compensado na venda da carne, pois o pintado é valorizado no mercado.
AMBIENTE - grama ao longo da barragem ajuda a proteger o terreno contra erosão. Embora o pintado adapte-se a diferentes climas, a preferência é por regiões quentes. Tolera águas frias a temperaturas de dez graus, desde que seja temporariamente.
ESTRUTURA - é necessário um canal de abastecimento de água, que pode ser de bloco de concreto. Dele, a água escoa, por meio de um tubo de PVC, até o tanque escavado na terra. O tanque pode ser de alvenaria, de fibra ou de chapa galvanizada, mas deve possuir um monge de alvenaria para regular a vazão da água e controlar a limpeza do ambiente.
SISTEMA - o pintado se dá bem em sistema intensivo de criação, mas também se adapta em cultivo superintensivo em tanques-rede. Sociável e resistente ao estresse de cultivo em altas densidades, o peixe pode ser criado em represas já povoadas por outras espécies pequenas. O importante é garantir dez metros quadrados de área alagada para cada exemplar.
ALIMENTAÇÃO - ofereça sempre ração extrusada de alto valor nutricional para um melhor desempenho da criação. Há opções em formatos de peletes de diversos tamanhos e adequados para cada fase de desenvolvimento. Com 15 a 35 gramas, ecomendam-se grãos de dois milímetros. Quando o peixe tiver mais de 750 gramas, pode-se aumentar para 15 milímetros. Alimente o peixe três vezes ao dia.
NOTURNO - o pintado tem hábito noturno, portanto gosta de se alimentar em período de baixa luminosidade. Inicialmente, quando tiver de 15 a 250 gramas, escolha as primeiras horas da manhã, o anoitecer ou a noite para dar a ração. Mas, aos poucos, o peixe pode ser acostumado à luz do dia; a partir de 250 gramas, a alimentação noturna pode inclusive ser suspensa. A quantidade de ração fornecida deve ser o suficiente para ser consumida em 15 ou 20 minutos.
REPRODUÇÃO - na natureza, a reprodução é estimulada pela piracema, a migração rio acima, quando a fêmea expele os óvulos e o macho libera o sêmen. Em águas paradas, a desova é induzida por hormônio, num processo que deve ser conduzido apenas por criadores experientes
como adquirir: www.bolsadopeixe.com ou bolsadopeixe@bolsadopeixe.com
Fonte: Revista Globo Rural Online
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Controle de pragas com produtos à base de nim
Extratos à base de folhas ou de sementes de nim são de fácil preparação
Extrato de sementes
1. Triture 1 quilo de sementes secas de nim e ponha em um saco de pano. Amarre a boca do saco e ponha de molho em 2 litros d’água
2. Após 12 horas de molho, esprema e coe. Obtém-se assim uma calda rica em óleo de nim
3. Adicione 200 mililitros de detergente, que tem ação emulsificante e melhora a aderência a folhas ou aos pêlos dos animais
4. Coloque a calda num pulverizador, complete o volume de 20 litros d’água e aplique
Extrato de folhas secas
1. Corte ramos de nim e coloque para secar à sombra até que as folhas se tornem quebradiças
2. Triture as folhas secas numa máquina forrageira ou pise num pilão até obter um pó bem fino
3. Ponha 500 gramas do pó em molho, em 2 litros de água por 10 a 12horas
4. No dia seguinte, coe a calda obtida em um pano,adicione 200 mililitros de um detergente neutro
5. Coloque a mistura num pulverizador costal, completando o volume de 20 litros de água e aplique
Utilizações
O nim, planta originária da Índia, traz grandes benefícios para a agricultura e apecuária. O extrato de nim pode ser usado na proteção natural de plantas e animais domésticos contra um grande número de pragas e doenças. Controla lagartas, besouros, gafanhotos, pulgões, cochonilhas, mosca branca e pragas de grãos armazenados. É também indicado no controle de nematóides e doenças provocadas porfungos e bactérias. Em animais serve como carrapaticida, vermífugo e no controle da mosca-do-chifre. Só não use produtos à base de nim em plantas cuja florada servem às abelhas, pois eles prejudicam as abelhas.
No site www.esplar.org o leitor encontrará informações completas sobre a planta, desde o cultivo até onde adquirir sementes e mudas. Contatos: e-mail: esplar@esplar.org.br TEL.(0--85)3252-2410
Fonte: O Estado de S. Paulo
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Três tipos de suco
Energético
Ingredientes: 250 ml de suco de laranja; 1 colher (sopa) de guaraná em pó; 3 colheres (sopa) de polpa de açaí; 1 colher (sopa) de farinha de arroz; 1 colher (sopa) de aveia; 1 colher (sopa) de semente de gergelim; 3 colheres (sopa) de beterraba ralada; 1 colher (sopa) de farinha de soja; 1 colher (chá) de levedura de cerveja; mel a gosto.
Preparo:
bata os ingredientes no liquidificador e tome antes de alguma atividade física ou do trabalho, no café da manhã
Contra stress
Ingredientes:
250 ml de água gelada; 1 maracujá maduro; 1colher (chá) de ginseng; 1 grama de geléia-real; 1 colher (café) de pólen; 1 colher(café) de anis; 1 colher (sopa) de camomila; 1 colher (chá) de levedura de cerveja; açúcara gosto.
Preparo:
bata os ingredientes no liquidificador e coe. Acrescente, para beber, gelo picado.
Para digestão
Ingredientes: 250 ml de água gelada; 1 fatia média de abacaxi; 1 colher (sopa) de abacate maduro; 1 pedaço ou 100 gramas de mamão maduro; 1 pedaço ou 100 gramas de abóbora madura; 1 colher (sopa) de alecrim; 100 gramas de alface lisa; 1 colher (café) de canela em pó; 1 colher (sopa) de erva-cidreira; 1 colher (sopa) de groselha em pó; 1 colher (café) de levedura de cerveja; gelo e açúcar a gosto.
Preparo:
bata os ingredientes no liquidificador e tome um copo após as refeições.
Fonte: O Estado de S. Paulo
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Como criar rãs
Atividade tem como principal produto a carne, que é saudável e rica em proteínas, considerada uma iguaria fina e com demanda crescente
Informações Básicas:
CRIAÇÃO MÍNIMA: de 50 a 60 fêmeas para 30 machos INVESTIMENTO INICIAL: 50 a 70 reais por metro quadrado RETORNO: dois anos CUSTO: nove reais por quilo vivo REPRODUÇÃO: cada fêmea produz, em média, cinco mil ovos ESPÉCIE COMERCIAL: rã-touro (Rana catesbeiana)
INÍCIO – primeiro visite alguns ranários e converse com os ranicultores. É imprescindível que haja na região boa disponibilidade de água de qualidade, de preferência de mina ou poço. É importante fazer análises física, química e microbiológica da água, pois a rã vive boa parte do tempo no meio aquático. Escolha terrenos com declive de 1% a 3% e baixo nível de ruído.
AMBIENTE – deve ser bem arejado, se localizado em regiões de temperatura elevada. Em locais frios, a recomendação é fechar as laterais para manter o calor. A higienização é muito importante. Deve-se evitar o acúmulo de sujeira, pois os resíduos provocam gases que podem matar os animais. Como a divisão do ranário é pelas etapas do ciclo de produção, o ranicultor pode escolher lidar com apenas uma ou mais fases de vida do animal.
ESTRUTURA – na fase aquática, a criação necessita de tanques com com leve declive no fundo, para o desenvolvimento dos girinos. Na etapa terrestre, precisa de baias de crescimento para os imagos (setor de recria), e de galpões fechados, estufas agrícolas ou telas de nálion para a engorda. Um ranário de porte médio ocupa uma área construída de cerca de 500 metros quadrados, composta pelos setores de reprodução, desenvolvimento embrionário, girinagem, metamoforse e engorda. As instalações de reprodução e engorda são compostas por cochos e abrigos em áreas secas e uma área com piscina. Os demais setores utilizam tanques.
ALIMENTAÇÃO – os girinos, após dez dias do nascimento, comem ração farelada para trutas ou para rãs com 35% a 40% de proteína bruta. Forneça inicialmente o equivalente a 13% do peso vivo, dividido em quatro vezes ao dia. As rãs se alimentam de ração peletizada ou extrusada, também com 40% de proteína bruta. Uma opção é acrescentar 20% de larvas de dípteros (moscas), ou oferecer o alimento sobre cochos vibratórios. As rãs são canibais, carnívoras e caçadoras, por isso preferem comer o que parece estar vivo.
BAIAS – entre as várias técnicas de criação, existem as baias semi-secas e as inundadas, que mantêm a rã o tempo todo na água. São tanques de alvenaria ou modelos de fibra de vidro, opção para reduzir os custos e facilitar a limpeza. Nas baias inundadas, a ração que está na superfície da água é movimentada pela respiração da rã, que fica atraída pelo alimento.
REPRODUÇÃO – após a postura, os ovos devem se recolhidos com baldes ou puçá, a intervalos de duas a quatro horas, e levados para o setor da embriologia. Evite o choque térmico com o monitoramento da temperatura dos recipientes. Os girinos aparecem em dez dias, porém 20% deles não vingam até a metamorfose, quando há ainda uma quebra de 30%. Nos quatro meses seguintes passam por uma metamorfose até se tornarem imagos (rãs jovens).
ONDE ADQUIRIR: Cibrarã (11) 6953-9329; Joe Bressan (12) 3125-1715; Rainer Knoop (11) 3741-3124; e Roberto Yatanabe (21) 2594-9461. Artesanto em couro: (11) 3209-1423, http://www.bettacapri.spaces.live.com/
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Como Plantar Uva
A produção da fruta poderá ser direcionada para o consumo in natura ou para a fabricação de sucos e vinhos
Preparação
SOLO: areno-argiloso, fértil e bem drenado CLIMA: temperatura entre 15 e 30 graus ÁREA MÍNIMA: um pergolado no jardim COLHEITA: de 85 a 200 dias do início do cultivo CUSTO: preço da muda varia de 1,5 a 3,5 reais
Mãos à obra
INÍCIO – compre mudas de produtores registrados no Ministério da Agricultura. O preço varia de 1,50 a 3,50 reais. Variedades comuns, como niágaras e isabel, podem ser propagadas por estacas da própria cultivar, sem precisar de enxertia. Além disso, elas são menos sensíveis às pragas e doenças e mais adequadas a pequenos espaços.
PLANTIO – há dois períodos indicados. Se a muda for um enxerto de raiz nua, a melhor época é de julho a agosto. Se for muda de torrão, pode ser feito em qualquer época, desde que seja possível irrigar. Caso contrário, a época recomendada ao cultivo é de outubro a dezembro. Como a planta é trepadeira, indica-se montar um caramanchão para dar suporte ao de senvolvimento da parreira.
ADUBAÇÃO – como há orientações específicas de adubação, procure um profissional especializado. O solo deve ser areno-argiloso, fértil, bem drenado, com pH na faixa de cinco a seis, e declividade inferior a 20%.
ESPAÇAMENTO – os mais usados vão de 2 x 2 metros até 3 x 3 metros. Mas variam conforme a cultivar, porta-enxerto, sistema de condução, condições de clima e solo e manejo.
TRATOS – a videira precisa de podas de formação e de produção. A de formação é executada desde o plantio da muda até a planta ganhar o tamanho e o formato desejados. A poda serve para manter o equilíbrio entre o vigor da vegetação e a frutificação. Faça todos os anos, quando a planta estiver no período de repouso (inverno), ou quando surgirem as primeiras brotações nas pontas dos ramos.
AMBIENTE – evite cultivar as videiras em locais sujeitos a ventos fortes, ou use quebra-ventos. A planta apresenta boa adaptação em regiões com temperaturas de 15 a 30 graus. Recomendam- se locais com muita luz do período da florada até a maturação das uvas. Dependendo de clima e tempo, a videira precisa de 500 a 1,2 mil mililitros de chuva.
REPOUSO – as condições locais de plantio precisam contar com temperaturas baixas nas regiões de clima subtropical e temperado, e pouca chuva em regiões de clima tropical semiárido. São ideais para a indução do repouso hibernal das videiras, necessário para obter desenvolvimento adequado das gemas, crescimento vegetativo vigoroso e boa frutificação.
PRODUÇÃO – da poda à colheita, o plantio demora de 85 a 200 dias. O que determina o período são a intensidade luminosa e a temperatura. Indica-se a irrigação para garantir maior produtividade e qualidade.
Fonte: Globo Rural online
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Ervas Daninhas - como manejar
Fonte: O Estado de S. Paulo, de “Horta doméstica e ecomunitária sem veneno”, Sílvio Roberto Penteado, www.agrorganica.com.br
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